- Startups como a Make Sunsets estão injetando dióxido de enxofre na estratosfera — o que os cientistas consideram “insanamente imprudente” — enquanto testes de laboratório analisam resíduos tóxicos (por exemplo, metais pesados) encontrados em ecossistemas.
- Os mosquitos alterados por CRISPR da Oxitec, financiados por Gates e pelo Welcome Trust, coincidem com picos de doenças: os casos de dengue no Brasil aumentaram 600%, e a Flórida/Texas registraram raros surtos de malária.
- Relatórios investigativos revelam um padrão: a população de mosquitos infectados com Wolbachia (Verily) aumenta, a Oxitec oferece uma “solução” e, então, as taxas de doenças explodem, abrindo caminho para vacinas de mRNA contra mosquitos.
- A geoengenharia e os OGM podem se alinhar a uma agenda mais ampla: alterar a habitabilidade da Terra, favorecer espécies modificadas e permitir a vigilância por meio de tecnologias de “poeira inteligente” e IoT.
- Pesquisadores pedem documentação de anomalias, testes de amostras ambientais e autossuficiência (por exemplo, cultivo de alimentos) para resistir ao ecocídio patrocinado por empresas.
À medida que as corporações promovem intervenções climáticas de alto risco, as consequências da experimentação descontrolada aumentam. Startups como a Make Sunsets estão injetando dióxido de enxofre na estratosfera — um movimento que os cientistas chamam de “insanamente imprudente” — enquanto testes de laboratório se esforçam para identificar resíduos tóxicos que chovem sobre os ecossistemas. Enquanto isso, os mosquitos alterados por CRISPR da Oxitec, financiados por Bill Gates e o Welcome Trust, coincidem com picos alarmantes de doenças: os casos de dengue no Brasil aumentaram 600%, e a Flórida/Texas enfrentam seus primeiros surtos de malária em décadas.
Eles estão poluindo os céus — e não é um acidente
Em uma entrevista bombástica com o fundador do Brighteon.com, Mike Adams, a jornalista investigativa e pesquisadora Mellow Kat (Catherine) expôs a realidade alarmante da geoengenharia e dos organismos geneticamente modificados (OGMs) sendo liberados ao público sob o pretexto de ação climática e saúde pública.
Startups como a Make Sunsets estão implantando balões de alta altitude para liberar dióxido de enxofre, carbonato de cálcio e outros compostos patenteados na estratosfera, ostensivamente para “compensar o aquecimento global”. Mas, como Kat alerta, “É apenas poluição. Você está poluindo os céus”. Análises laboratoriais independentes de resíduos misteriosos — como o revestimento branco-acinzentado encontrado em plantas na Flórida — estão em andamento, com resultados esperados para revelar metais pesados como alumínio, zinco e cobre, comumente associados a programas de modificação do clima.
Ainda mais bizarros são os relatos de fios de “teia de aranha” de 20 a 30 pés de comprimento caindo do céu — tubos cristalinos cheios de fluido, de acordo com análise microscópica preliminar. “Eles parecem ser mecanismos de entrega de produtos químicos”, explicou Kat, citando fenômenos semelhantes documentados na Europa.
Mosquitos transgênicos e surtos de doenças projetadas
Enquanto a geoengenharia causa estragos nos ecossistemas, empresas de biotecnologia como a Oxitec — apoiadas por Bill Gates e a Welcome Trust — estão liberando mosquitos alterados por CRISPR sob o pretexto de erradicar doenças. No entanto, em regiões onde esses insetos transgênicos foram implantados — como Brasil, Índia e Florida Keys — os casos de dengue aumentaram 600%, e os EUA viram seus primeiros surtos de malária em décadas.
Kat revelou um padrão perturbador: a Verily Life Sciences (Google/Alphabet) primeiro lançou mosquitos infectados com Wolbachia, o que desencadeou surtos populacionais de mosquitos. Então, a Oxitec apareceu com mosquitos “solução” — apenas para as taxas de doenças explodirem. “Eles estão criando o problema e depois vendendo a ‘cura'”, disse ela, apontando para os investimentos da DARPA e da BARDA em vacinas de mRNA contra mosquitos como a próxima fase deste esquema.
Despovoamento por projeto?
Tanto Kat quanto Adams alertaram que essas intervenções se alinham com uma agenda de despovoamento mais ampla. “Eles nos querem conectados à sua grade — poeira inteligente, IoT, Internet of Bodies”, disse Kat, referindo-se à pesquisa financiada pela DARPA sobre vigilância humana no nível celular. Enquanto isso, a geoengenharia pode estar terraformando a Terra para ser menos hospitaleira para os humanos — escurecendo o sol, alterando a química atmosférica e potencialmente favorecendo espécies projetadas por CRISPR em detrimento das naturais.
As investigações de Kat também revelaram manipulação eletromagnética do clima usando ciclotrons (aceleradores de partículas) — uma tecnologia tão precisa que os operadores se gabavam de colocar “uma nevasca sobre a casa de alguém por semanas”. Quando ela tentou expor isso, foi abruptamente silenciada.
Lutando: Conscientização e Resistência
Kat pediu aos ouvintes que documentassem anomalias, testassem amostras ambientais e rejeitassem a dependência de instituições corruptas. “Eles estão nos envenenando pelo ar, pela comida e pelas vacinas”, ela disse. “Mas podemos resistir cultivando nossa própria comida, apoiando fazendeiros locais e compartilhando a verdade.”
Para aqueles que buscam respostas, a pesquisa de Kat está disponível no Substack (MellowKat.substack.com) e Brighteon. Como Adams concluiu, “Isso não é conspiração — é ecocídio patrocinado por corporações.”
O relógio está correndo. A humanidade acordará antes que seja tarde demais?
Fonte: https://www.newstarget.com/2025-03-24-geoengineering-and-gmo-mosquitoes-spark-dual-crises.html